'Sentenciado à morte em dois dias': quem é Erfan Soltani, manifestante que pode ser executado no Irã, segundo grupo de direitos humanos
Comerciante de 26 anos foi preso em sua casa, e pode ser executado, segundo sua família e uma organização de direitos humanos
Cidade News Internacional 'Sentenciado à morte em dois dias': quem é Erfan Soltani, manifestante que pode ser executado no Irã, segundo grupo de direitos humanos
Comerciante de 26 anos foi preso em sua casa, e pode ser executado, segundo sua família e uma organização de direitos humanos
Preso durante a atual onda de manisfestação no Irã, Erfan Soltani, de 26 anos, teria sido condenado à morte, segundo um grupo um grupo de direitos humanos a partir do relato de sua família, que disse ter sido informada de que sua execução estaria iminente.
Soltani foi detido em 8 de janeiro na cidade de Fardis, a oeste de Teerã. De acordo com o grupo curdo de direitos humanos Hengaw, com sede na Noruega, dias depois da detenção autoridades iranianas informaram à família que ele seria executado no dia 14 de janeiro, sem fornecer detalhes adicionais.
Chegada a data, o Hengaw afirmou que a execução teria sido adiada, ressaltando, no entanto, ter "sérias e contínuas preocupações com relação ao direito à vida de Soltani".
Após os relatos da prisão e condenação do jovem, o presidente dos EUA, Donald Trump, havia ameaçado o Irã com "medidas muito severas" caso o governo executasse manifestantes.
Em meio à escalada de tensão, na quinta-feira (15/1) a mídia estatal iraniana negou que o rapaz tivesse sido condenado à morte, informando apenas que ele havia sido preso durante os protestos
Preso durante a atual onda de manisfestação no Irã, Erfan Soltani, de 26 anos, teria sido condenado à morte, segundo um grupo um grupo de direitos humanos a partir do relato de sua família, que disse ter sido informada de que sua execução estaria iminente.
Soltani foi detido em 8 de janeiro na cidade de Fardis, a oeste de Teerã. De acordo com o grupo curdo de direitos humanos Hengaw, com sede na Noruega, dias depois da detenção autoridades iranianas informaram à família que ele seria executado no dia 14 de janeiro, sem fornecer detalhes adicionais.
Chegada a data, o Hengaw afirmou que a execução teria sido adiada, ressaltando, no entanto, ter "sérias e contínuas preocupações com relação ao direito à vida de Soltani".
Após os relatos da prisão e condenação do jovem, o presidente dos EUA, Donald Trump, havia ameaçado o Irã com "medidas muito severas" caso o governo executasse manifestantes.
Em meio à escalada de tensão, na quinta-feira (15/1) a mídia estatal iraniana negou que o rapaz tivesse sido condenado à morte, informando apenas que ele havia sido preso durante os protestos








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